Turismo

09/12/2016 09:21

CAMBARÁ DO SUL - Rio Grande do Sul

Principal porta de entrada para os parques nacionais de Aparados da Serra e da Serra Geral, Cambará do Sul oferece as melhores opções de hospedagens, de serviços e de acessos. Nas duas reservas, as principais atrações são os grandiosos e surpreendentes cânions, cujas muralhas atingem 900 metros de altura e chegam a sete quilômetros de extensão. Para incrementar ainda mais a paisagem, uma infinidade de cachoeiras e rios, além de florestas de mata Atlântica repletas de araucárias, surgem por todos os lados.
Cânion da Fortaleza: Paredão de pedra soma 900 metros de altura -
Cânion da Fortaleza: Paredão de pedra soma 900 metros de altura - Foto: Roger
O cartão-postal da região é o cânion de Itaimbezinho, em Aparados da Serra, com belos paredões de 720 metros de altura e seis quilômetros de extensão. O parque, com dez mil hectares, foi criado em 1958 com a intenção de proteger a formação. Por isso, apenas três trilhas são abertas a visitas e devem ser percorridas com o acompanhamento de guias.
 
 
A mais fácil - e nem por isso menos interessante -, é a do Vértice. São 45 minutos de caminhada com direito a uma belíssima visão frontal da cascata das Andorinhas. Já a do Cotovelo exige duas horas e meia de trekking, passa pela cachoeira Véu da Noiva e termina com uma vista panorâmica do cânion do Itaimbezinho. Na parte baixa fica a trilha do rio do Boi, que dura até sete horas e avança pelo interior do cânion. Durante o trajeto há paradas para banhos de rio e de cachoeira.
Já o parque vizinho - o da Serra Geral - foi inaugurado em 1992, ampliando a área de conservação em mais 12 mil hectares. Por lá, o ponto alto é o cânion da Fortaleza, com 7,5 quilômetros de extensão, 900 metros de altura e 1,5 quilômetro de largura.
 
Para observá-lo, faça a trilha que leva àPedra do Segredo, passando pela cachoeira do Tigre Preto, com 200 metros de queda. São seis quilômetros, vencidos em três horas. Também merecem destaques os cânions Malacara e Churriado, mas é preciso fôlego para percorrer o caminho de 25 quilômetros repleto de piscinas naturais. Também indicado para quem tem preparo são os 22 quilômetros de trilhas que ligam Serra Geral a Aparados da Serra, vencidos em oito horas de marcha. As cavalgadas também são famosas na região e, para combinar a aventura com muita diversão, a pedida é visitar os parques em julho, quando acontece um passeio a cavalo com sete dias de duração. O inverno, aliás, é a melhor época para visitar a região, apesar das baixíssimas temperaturas. De maio a agosto, o risco de nevoeiro é menor, garantindo boa visibilidade nos mirantes. Para esquentar, experimente os comes e bebes típicos, como o vinho produzido pelos colonos italianos, o chimarrão, o churrasco na vala e o pinhão assado na chapa.
 

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